Automação de processos: quanto sua operação pode economizar ao automatizar grandes sistemas
Quando o processo cresce, o “controle manual” vira o maior gerador de perdas (e ninguém percebe no início)
Em processos grandes, o custo raramente aparece como “erro humano” no relatório. Ele surge, por exemplo, como consumo acima do previsto, retrabalho, variação de qualidade, descarte de material e horas extras para “corrigir o que escapou”. Além disso, quando a operação depende de abertura e fechamento manual de válvulas, ajuste “no olho”, planilhas paralelas e rotinas não padronizadas, você cria um cenário em que a perda vira rotina — e, consequentemente, passa a ser aceita.
No saneamento, isso costuma aparecer em etapas como filtração, retrolavagem, distribuição e controle de fluxo.
Por outro lado, na lavoura e em plantas de insumos, o problema aparece como dosagem imprecisa, mistura fora de especificação e tempos de ciclo inconsistentes. Na indústria, a dor normalmente vem em utilidades e linhas de processo: variação de vazão, pressão “dançando”, atuação lenta e baixa rastreabilidade das decisões. Dessa forma, a automação de processos deixa de ser “modernização” e vira controle real do que custa dinheiro todos os dias.
Além disso, processos grandes quase sempre envolvem múltiplos pontos de controle: válvulas, bombas, medidores, sensores de nível, vazão e pressão, intertravamentos e alarmes. Se cada ponto depende de ação manual, você multiplica as chances de erro e, em paralelo, reduz a velocidade de resposta a desvios. Portanto, automatizar todo e qualquer grande processo significa transformar conhecimento operacional em lógica repetível, segura e auditável — e isso, na prática, derruba perdas que hoje ficam invisíveis.
A experiência de campo mostra um padrão: quando a equipe “se vira” para manter a planta rodando, ela até consegue entregar produção, porém paga caro na estabilidade. Assim, a automação de processos organiza o fluxo, reduz improvisos e cria um jeito único de operar, mesmo quando troca turno, muda a safra ou varia a demanda. E, nesse ponto, a Bongas Brasil atua exatamente onde mais dói: integração de válvulas industriais, instrumentação, painéis e programação para tirar o processo da dependência do manual e colocá-lo em controle.
O impacto no caixa: automação de processos reduz custo operacional, evita perdas e acelera o ROI
Economia em automação não é “mágica”; ela nasce da soma de pequenas correções que acontecem o tempo todo. Primeiro, você reduz desperdício direto, como água, produtos químicos, defensivos, matéria-prima e energia. Depois, você diminui desperdício indireto, como tempo de parada, consumo fora de faixa, reprocesso e desgaste prematuro de equipamentos. Além disso, ao estabilizar vazão, pressão, nível e dosagem, você mantém o processo no ponto ótimo por mais tempo — e, consequentemente, compra menos para produzir o mesmo.
Em termos práticos, a automação de processos costuma economizar em quatro frentes que gestores de operação reconhecem rápido:
Consumo (dosagem mais precisa e menos “sobra de segurança”);
Perdas de processo (menos descarte, menos vazamento, menos variação);
Mão de obra e tempo de ciclo (menos intervenção e menos correção);
Manutenção e falhas (menos operação forçada e menos “puxadinho”).
Dessa forma, o ROI aparece não só pela redução de gastos, mas também pela previsibilidade.
Para “apontar o quanto economiza” sem chute, o caminho mais confiável é transformar a automação em conta simples. Portanto, avalie: (a) custo mensal do insumo principal (água/químicos/defensivos/matéria-prima), (b) taxa de perdas estimada hoje, (c) custo de parada por hora e (d) horas gastas com ajuste manual. Em seguida, projete cenários conservadores de redução (por exemplo, poucos pontos percentuais em consumo e perdas já pagam muita coisa). Assim, você evita promessas irreais e ainda cria um business case defensável.
Um exemplo ilustrativo ajuda: se uma operação gasta R$ 300 mil/mês em insumos e perde 3% por variação e ajustes manuais, isso dá R$ 9 mil/mês. Se a automação de processos derruba metade dessa perda (1,5%), você economiza R$ 4,5 mil/mês só aí. Além disso, se você reduz uma parada mensal de 4 horas (por falha operacional ou sequência mal executada), e cada hora parada custa R$ 5 mil, você salva mais R$ 20 mil/mês. Consequentemente, o ganho combinado acelera o retorno e ainda melhora segurança e confiabilidade.
No caso da SAECIL, por exemplo, o objetivo foi automatizar controle de fluxo e distribuição de água, aumentar eficiência, elevar segurança e permitir monitoramento remoto em tempo real. Além disso, o sistema permitiu controle preciso de abertura e fechamento de válvulas de cada filtro da ETA, reduzindo falhas manuais e ajudando na continuidade do fornecimento. Foram automatizadas 33 válvulas/atuadores, o que, por si só, mostra o tamanho do impacto quando você padroniza rotinas críticas em escala.
Da planta ao campo: como integrar a automação de processos com nuvem, servidores e IoT (e manter o resultado no longo prazo)
Automatizar é controlar bem localmente; integrar é transformar esse controle em gestão. Hoje, você pode automatizar válvulas, bombas e dosadores com CLPs e remotas, e, em paralelo, subir dados para supervisórios, servidores e nuvem. Dessa forma, você cria painéis de indicadores, alarmes inteligentes, histórico de eventos e rastreio de intervenções — o que reduz o “achismo” e acelera decisão.
Na prática, integrações comuns incluem: coleta de dados para historiador, dashboards de desempenho, alarmes por e-mail/app, relatórios automáticos por turno e acesso remoto com segurança. Além disso, tecnologias e protocolos industriais permitem conectar o chão de fábrica a camadas de TI sem bagunçar a operação. Assim, quando a vazão sai da faixa, o sistema não só alarma: ele registra, mostra tendência e aponta o horário em que o desvio começou, o que facilita correção e evita repetição.
Esse tipo de integração faz muito sentido em saneamento, porque continuidade e segurança são prioridade. Por outro lado, no agro e em plantas de defensivos, integração significa repetibilidade de receita, rastreio de lotes e estabilidade na mistura, reduzindo perdas por variação. Na indústria, consequentemente, você ganha capacidade de comparar turnos, linhas, campanhas e níveis de eficiência com base em dados reais, e não em percepção.
O case da Nonino ilustra bem a diferença entre “automatizar um ponto” e “automatizar o processo inteiro”. O objetivo foi automatizar o controle de fluxo de defensivos agrícolas e, de forma automática, controlar dosagem e pesagem de sólidos para mistura e homogeneização. Além disso, o sistema operou em malha fechada com receitas pré-estabelecidas, controlando quantidades e temporizações com repetibilidade. Foram controladas 14 válvulas, bombas de sucção, rosca dosadora, pesagem e vazão, entregando visão em tempo real e menos falhas humanas. Portanto, quando a automação de processos vira receita + controle + registro, a economia aparece em menos desperdício e mais consistência de produto.
Agora, para o resultado se manter, você precisa de uma estratégia de sustentação. Ou seja: comissionamento bem-feito, documentação, treinamento, rotina de manutenção preventiva/preditiva e suporte quando a planta muda. É exatamente aí que a Bongas Brasil diferencia o projeto “que funciona na partida” do projeto “que continua economizando depois de um ano”. Com engenharia própria, suporte técnico qualificado, treinamento e serviços que vão de manutenção a adaptações em campo, a Bongas foca em fidelizar pela entrega contínua — e não apenas pela instalação.
Além disso, a fidelização acontece porque o cliente não fica sozinho quando surge uma alteração de processo, uma expansão ou um gargalo novo. A Bongas Brasil atua com manutenção corretiva emergencial e preventiva/preditiva, atende atuadores elétricos e pneumáticos e painéis, e também executa montagem, dimensionamento e programação com visão de custo operacional. Portanto, a automação de processos deixa de ser um “projeto pontual” e vira uma capacidade permanente de reduzir perdas e ganhar eficiência.
Como a Bongas Brasil Suporta Sua Operação na Prática
Ao automatizar grandes sistemas na indústria, no saneamento e na lavoura, você reduz perdas que parecem pequenas, porém custam caro em escala. Além disso, você aumenta a eficiência do processo, estabiliza a qualidade e diminui paradas causadas por variação operacional. Quando você integra o controle a servidores, nuvem e IoT, consequentemente, transforma dados em decisões rápidas e melhora a gestão do desempenho do processo.
A Bongas Brasil suporta essa jornada com soluções completas em válvulas industriais, atuadores, painéis, instrumentação, programação e start-up, além de serviços técnicos especializados e suporte em campo. Assim, você ganha confiabilidade e economia de forma sustentável, com padronização operacional e assistência quando o processo evolui. Quer aumentar confiabilidade e segurança na sua planta? Fale com a equipe técnica da Bongas Brasil e veja, na prática, como reduzir perdas e otimizar recursos.